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Fernanda Ezabella

Hollywood e outras viagens

Perfil Fernanda Ezabella é correspondente da Folha em Los Angeles

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Primeiros usuários do Glass se encontram na Califórnia e dão sugestões de aplicativos

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Nunca antes tantas pessoas foram vistas juntas circulando com o óculos computadorizado Glass, durante os últimos três dias numa convenção do Google em San Francisco, voltada para cerca de 6.000 especialistas em criar aplicativos.

Apesar de nenhum executivo da firma ter usado o Glass na principal apresentação do evento, na quarta-feira, e nem mesmo ter apresentado alguma novidade do produto, o Glass surgiu em cores variadas (laranja, sim!) no rosto dos próprios participantes, pelos corredores, escadas rolantes e cafeteria.

Foi aqui no Google I/O, em 2012, que a empresa começou o registro para a primeira venda do lote de 2.000 unidades do produto, entregues há apenas duas semanas, por US$ 1.500 (R$ 3.000).

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Obviamente muita gente ficou de fora. “Tinha certeza que sairia daqui com um Glass, estou deprimido”, brincou um engenheiro na fila para pegar seu laptop Chromebook Pixel, um “brinde” de mais de US$ 1.000 do Google.

“É uma tecnologia nova muito emocionante”, disse Laurie White, professora de ciência da computação na Mercer University, no Estado da Georgia. Ela usava o Glass, assim como seu marido, diretor de uma firma de tecnologia.

Os dois estavam com o produto fazia apenas alguns dias. “As possibilidades são tantas. Gostaria de ver legendas simultâneas quando converso com alguém. Poderia ser um passo para tradução simultânea”, comentou.

Laurie disse que seu marido, Charles Engelke, não ficava mais pegando no celular a todo momento para checar e-mails ou ligações. O Glass avisa na visor acima do olho direito e funciona como headset para receber ou fazer chamada. “Quando a conversa é interrompida por algum aviso, é de forma mais suave.”

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Charles disse que estava anotando muito menos nas palestras e tirando mais fotos do que o normal, já que como Glass basta apertar um pequeno botão. “As fotos funcionam para me lembrar de coisas, não preciso ficar anotando”, disse.

Ele gostaria de ver um aplicativo para reconhecimento facial, para quando esquece o nome da pessoa com quem está conversando ou para saber mais informações sobre ela.

;Brasileiros de Glass

No estande do Glass, funcionários demonstravam as utilidades da novidade. Um brasileiro fazia parte do grupo, Thiago Santos, que trabalha no Google há alguns anos.

Em pouco tempo de conversa em português, apareceu outro brasileiro de Glass, Eduardo Fonseca, que lidera uma equipe de software na Gogobot, uma rede social de viagens com sede em Menlo Park (Califórnia). Ele já usava os novos aplicativos do Glass, lançados ontem, que enviam fotos para Twitter e Facebook, além de responder mensagens.

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“A navegação é o mais legal”, disse Eduardo, que só pela manhã usou três vezes o sistema de mapas do Glass, como para achar um estacionamento perto do centro de convenções. “Acho que no Brasil não usaria tanto como aqui. Primeiro por segurança. E segundo porque não existe a mesma noção de tecnologia que existe aqui.”

Para o americano Nick Moline, desenvolvedor de software do Justia.com, site com informações gratuitas sobre sistema judiciário, ainda há muito chão pela frente.

“Achei muito melhor do que esperava. O GPS é sensacional, me perco muito menos e não preciso ficar checando o celular a todo momento”, disse Nick, que pegou o novo “brinquedo” faz quatro dias. “Mas o som é muito ruim se estou num lugar com muita gente. E também não gosto de usar lentes de contato, quero poder usá-lo com meus óculos normais.”

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A hora dos mágicos em Hollywood

Steve Carell, Jim Carrey e Steve Buscemi abrem a temporada de mágica em Hollywood, no papel de rivais de Las Vegas, na comédia “The Incredible Burt Wonderstone”, ainda sem data de estreia no Brasil.

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O filme teve lançamento no festival South by Southwest deste ano e não foi muito bem nas bilheterias americanas.

Mas nem por isso Hollywood desiste. No final deste mês, estreia “Now You See Me”, sobre ilusionistas que roubam dinheiro de bancos para dar ao seu público. No elenco estão Morgan Freeman, Mark Ruffalo, Jesse Eisenberg e Michael Caine.

No Brasil, o filme vai chamar “Truque de Mestre” e tem estreia marcada para 5 de julho. 

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E não vamos esquecer de James Franco, como o truquista de “Oz: Mágico e Poderoso”.

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O diretor McG (“Guerra é Guerra!”) também prepara um filme sobre mágicos, quer dizer, sobre um lugar “mágico”. É o Magic Castle, um dos clubes mais misteriosos de Los Angeles, que completa meio século em 2013.

Presidido pelo ator Neil Patrick Harris (da série “How I Met Your Mother”), um entusiasta da magia, o clube tem sede numa casa em forma de castelo e fica na rua atrás do Chinese Theater, em Hollywood. Há cursos e jantares só para convidados.

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Em busca de Raymond Chandler

Uma antiga prisão e um velho hotel de Los Angeles, além de alguns bares, estão na rota do tour Raymond Chandler (1888-1959), que acontece no sábado, organizado pela Esotouric.

Um dos mais famosos escritores do romance policial, Chandler nasceu em Chicago, cresceu em Londres e veio para a Califórnia em 1912.

O passeio de ônibus leva até o hotel na região de Skid Row que aparece no romance “A Irmãzinha” (1949), onde um homem careca morre ao ter um furador de gelo fincado no pescoço.

Passa também em frente à antiga cadeia na qual Chandler dormiu algumas vezes por embriaguez –e tirou suas inspirações para a solidão de seu detetive Philip Marlowe em “O Longo Adeus” (1953).

O prédio em que Marlowe morava em “A Dama do Lago” (1943) está na lista, assim como o Bridge Room, no Los Angeles Athletic Club, um dos lugares favoritos do escritor. O tour refaz sua trajetória pela cidade desde a juventude pré-literária, quando trabalhou no escritório de uma refinaria, e segue até os anos dourados em Hollywood.

Uma das paradas do passeio de quatro horas acontece na sorveteria Scoops, que cria sabores inusitados em homenagem aos romances noir. Tem sorvete de café com Jack Daniels, Guinness com chocolate e até nicotina (com chiclete Nicorette).

O passeio custa US$ 58 e repete de novo em 10 de agosto. Site oficial.

Foto AP – O autor está enterrado ao lado de sua mulher em San Diego, sul da Califórnia

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Francês escolhe melhor comida de L.A.

Pizzas da Bestia

 

Alexandre Cammas, francês fundador do Le Fooding, movimento culinário e guia anti Michelin, esteve em Los Angeles para um de seus eventos de intercâmbios entre chefs locais e franceses.

Ele falou sobre o que achou de melhor da comida da cidade à revista “Los Angeles”. Disse que comeu aqui o melhor prato italiano do último ano (no “mozzarella bar” do restaurante Mozza) e a melhor pizza de 2013 (no Bestia).

Também ficou impressionado com o food truck Kogi, um dos pioneiros da cidade.

Então anotem aí:

Bestia (2121 E. 7th Place) – Outro essencial de 2013 da “LA Weekly”. Abriu no final do ano passado. Não espere pizza portuguesa, mas eles têm “Margherita”. Outros sabores: “Guanciale” (toucinho italiano, ricota e ‘brussel’) e ”Tartufo e Acciughe” (trufas negras, anchova e grana padano). Site oficial.

Osteria Mozza (6602 Melrose Avenue) - O restaurante criado por Nancy Silverton, Mario Batali e Joe Bastianich está na lista do semanário “LA Weekly” de 99 lugares essenciais para comer em 2013. As entradas variam de US$ 12 a U$ 22, e os pratos principais de US$ 19 a US$ 78 (bisteca). Site oficial.

Kogi food truck (siga no twitter para saber onde está: @kogibbq) - Um dos trucks mais famosos da cidade, mistura comida mexicana com temperos coreanos (como tacos com carne de porco picante e quesadillas de kimchi). Roy Choi ganhou o prêmio “Best New Chef” da publicação Food and Wine de 2010, o primeiro a ir para um food truck.

Capa do livro de Roy Choi, a ser publicado pelo selo de Anthony Bourdain na editora Ecco

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Chris Brown assusta criancinhas com grafite

Fachada da casa de Chris Brown em Hollywood Hills, com Lamborghini estacionado – Foto by Fer Ezabella

Chris Brown, rapper e ex-de Rihanna, recebeu uma intimação da prefeitura para retirar os grafites que tem na entrada de sua casa em Hollywood Hills.

Segundo o Los Angeles Times, Brown levou uma multa de US$ 376 dólares por ”sinalização ilícita e excessiva”. O valor pode triplicar se o grafite não for removido em 30 dias.

“Há muitos bebês e muitas crianças no bairro e estão todos literalmente assustados. São como demônios pintados nos muros”, disse ao jornal Patti Negri, que lidera uma associação de moradores de Hollywood.

O TMZ tem uma foto de abril mostrando o próprio Brown fazendo os grafites. O rapper foi ao Twitter se defender no final de semana:

“Há criaturas mais assustadoras em Harry Potter. Vá cuidar da sua vida!”, escreveu.

A casa foi desenhada pelo arquiteto Jay Vanos, conhecido na cidade pelas construções de estilo modernista.

Passei por lá no domingo (2738 Rinconia Drive) e realmente as pinturas assustam. Mas não de medo…

medinho? foto by fer ezabella

na escada à direita, mais criaturas de Brown – foto by fer ezabella

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Food truck? Não, biblioteca truck!

A moda dos restaurantes “food trucks” deu origem a vários outros “trucks”, como lojas de roupas ou discos sobre rodas, instaladas em simpáticos caminhões. A mais interessante de todas é a The Library Store on Wheels, uma loja móvel cujas vendas beneficiam as dezenas de bibliotecas de Los Angeles.

Mas não são os livros que se vende ali, e sim os produtos para fanáticos por livros que chamam a atenção. Em destaque estão a caneca amarela com a frase “Reading is Sexy” (ler é sexy) e os pôsteres de Edgar Allan Poe e Truman Capote. Outros favoritos são capas de iPad e camisetas com a capa de clássicos de Jane Austen e Anthony Burgess.

Há também os melhores suvenires turísticos de L.A., como bolsas de pano ou copos de vidro mostrando os principais bairros da cidade, braceletes feitos por comunidades locais e guias de restaurantes e parques.

A Library Store também pode ser achada on-line (lfla.org/store).

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Dia a dia com Google Glass

“Uau!” É minha primeira reação quando a telinha do Google Glass acende em cima do meu olho direito e, surpresa, mostra as horas. Já quando me olho no espelho, a impressão é: “Ai…”. A novidade é futurística e tem incrível potencial, mas há um quê de cafonice em andar nas ruas com um trambolho na cara.

O aparelho é uma das tecnologias mais aguardadas dos últimos anos e deve chegar ao mercado em 2014. O preço salgado e o estilo inusitado colocam em dúvida o sucesso, sem contar as questões de privacidade.

Folha teve acesso a uma das 2.000 unidades da versão Explorer que a empresa começou a vender na última semana pelo equivalente a R$ 3.000. Só pôde comprar quem se registrou no Google I/O 2012, evento para desenvolvedores. Por enquanto, ainda está em fase de experimentação e com poucos serviços on-line. Continue lendo aqui

Leia mais: Vendo os Rolling Stones de Glass

Leia mais: A estética do Glass e outras bizarrices oculares

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Na vida real, pode ser que fique assim (paródia do Saturday Night Live):

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A estética do Glass e outras bizarrices

foto by Jess Reynolds

Muito tem se falado sobre a estética do Glass. É nerd demais ou meio cafona, não? Fiz uma compilação abaixo das apostas do cinema e das bizarrices que os famosos usam na cara. Na boa, sou mais o Glass, não?

Geordi La Forge, personagem de “Star Trek”

“Homem d Ferro 3″

“Futurama” – vídeo abaixo

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Agora, falando da vida real, Google Glass ou…

Bono, colecionador incansável de óculos esquisitos.

Tim Burton, outra figura de gosto estranho para óculos

Sir Elton John

Anna Wintour, poderosa editora da Vogue

 

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Vendo os Rolling Stones com Google Glass

foto feita com Google Glass

Estava na dúvida entre escrever sobre o show dos Rolling Stones que aconteceu na sexta-feira em Los Angeles, o primeiro oficial da nova turnê, ou sobre o Google Glass, que peguei na quarta-feira (tem matéria hoje na TV Folha e amanhã no caderno TEC). Então resolvi falar sobre os dois, já que fui ao show com os “óculos”.

O Glass é ótimo para gravar shows. Você não incomoda ninguém, ao contrário dos infelizes que gravam com o iPad e atrapalham a visão de quem está atrás. Até o próprio usuário consegue ver o show melhor, ao vivo, sem ter que ficar monitorando ou assistindo via tela da câmera (no Glass, a tela fica em cima do olho, não na frente da visão).

foto feita com Google Glass

O problema é que eu estava longe do palco, então os vídeos não ficaram legais. Adoraria ter gravado Mick Jagger cantando “Emotional Rescue”, primeira vez na história que a banda toca esta canção ao vivo. Ou ainda os dentes novos de Keith Richards. Meu deus, dava para ver no telão, tinindo de novos. Ele cantou duas músicas – “Before they Make me Run” e “Happy”.

Mick Taylor apareceu em “Midnight Rambler”, e Gwen Stefani fez uma péssima performance em “Wild Horses”. Primeiro com uma peruca loira longuíssima que a fez parecer uma cópia de Lady Gaga. Segundo porque ela zuou toda a letra. Enfim, foi uma pena porque eu gosto dela.

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Outra coisa interessante com o Glass foi gravar as pessoas na fila para pegar os ingressos, sem terem a menor ideia de que alguém as filmava (provavelmente as câmeras do Staples Center também as filmavam…). Pensei em gravar os fdp cambistas e toda aquela negociação nojenta que eles fazem, mas não vi nenhum.

Isto porque os Stones não estavam vendendo bem os ingressos, foi um fiasco total!

Então os organizadores fizeram umas semanas antes umas promoções malucas. Passaram a vender ingressos a U$ 85 (obrigatório comprar dois) e fizeram uma “loteria” para dar lugares melhores no estádio. Então eu paguei US$ 85 e acabei numa área onde os ingressos custaram inicialmente US$ 485 (não, nem era pertinho, mas havia lugares piores).

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Mesmo com o povo tenso na fila (foi meio desorganizado para os padrões americanos), pelo menos duas pessoas vieram falar comigo sobre o Glass, curiosas. Uma tirou até foto. Dentro do estádio, outro veio perguntar. E sim, muita gente olhava, intrigada, mas acho que minha franja escondia um pouco o Glass. É um look ciborgue e isto pode ser traduzido facilmente como breguinha, fato.

Mas depois de um tempo, eu esquecia que estava com o Glass. Pedi para meu marido usar um pouco. Honestamente não achei tão estranho nele. Talvez tenha me acostumado. Afinal, é apenas um óculos com um aro bem grosso (e uma câmera…).

Ciborgue Fer

O Dean (Goodman, marido) estava em seu 202o show dos Stones (clique aqui para ver fotos decentes e a resenha dele)! Sim, já viu os Stones 202 vezes. E ele apareceu no vídeo no início do show, quando fãs falam sobre os Stones. Havia fãs anônimos e fãs estrelas como Cate Blanchett, Johnny Depp e Iggy Pop. Sim, esta foi a melhor parte da noite pra ele.

Para os fãs hardcore, a empolgação vem quando há músicas raras (como “Factory Girl”, que Jagger cantou no violão acústico). As clássicas, como “Satisfaction” e “You Can’t Always Get What You Want”, são arroz com feijão.

Para saber mais sobre o Google Glass, não percam a edição de amanhã do caderno TEC, da Folha de S. Paulo. E hoje também na TV Folha (mas, por favor, dêem um desconto para minha falta de jeito com a câmera).

Nas próximas semanas, prometo ir postando aqui vídeos e fotos com o Glass. Aceito sugestões de lugares inusitados para testar o Glass!

Abaixo, um vídeo patinando na pista inclinada de roller derby.

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Malhando com o cachorro

Na dúvida entre fazer ginástica ou levar o cachorro para passear? Que tal os dois? A ideia veio de uma academia canina de Hollywood, especializada em ensinar bons modos e manter os animais em forma, chamada Zoom Room.

A partir deste mês, o local oferece aulas indoor para os cães e seus donos, ao mesmo tempo.

Os animais precisam ter prova de vacinação e serem bem treinados: obedecer quando tiver que sentar ou deitar, e nada de ficar latindo! Eles ficam na coleira e têm aparelhos especiais na sala, enquanto seus donos suam com abdominais e agachamentos.

Cada aula “cross-training” vai custar R$ 60.

A academia conta também com a classe “Hollywood Dog”, para ajudar seu cachorro virar um “astro”, e “Pup-lates”, que usa aparelhos de academia de humanos para fazer seu cachorro perder uns quilinhos.

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